Tive alturas da minha vida em que nada fazia sentido. Fico feliz por não terem sido assim tantas. Mais ainda foram as minhas crises existenciais, que começaram desde que me lembro de mim. Ainda tive algumas entre os 5 e os 10 anos.
Não é fácil ser quase adulta num corpo de criança, tanto que às vezes sinto que padeço do síndroma de Peter Pan, não querer crescer. Será por isso que entrei na escola com 6 anos e ainda não saí de lá? Rio-me. Para quem abominava a ideia de ser Professora, cá estou eu nessa bela profissão onde visto a camisola. Devo estar doente.. ou ser doente, também dá.
Na escola onde estou este ano, que era um horror só de pensar que ia trabalhar, o ambiente melhorou significativamente. No início, desde o primeiro dia, sentia-se uma carga negativa assim que se entrava naquele espaço que não dá para explicar. Mas vim a saber pouco mais tarde que não era a única a sentir isso, já em outros anos, ex-colegas partilharam a sua experiência e sensação tal e qual como a senti.
Era como entrar de repente numa tempestade, num remoínho com requintes de malvadez. Estão a ver aqueles cartoons em que há um azarado onde por cima de si tem sempre uma nuvem negra com chuva? E pode o resto do mundo ter sol.. era algo nesse sentido. Até fazia doer o corpo só de lá entrar. Arrepiava-me ir trabalhar.
Hoje uma das professoras sorriu! Estou lá há mês e meio e foi a primeira vez que naquela cara vi um sorriso. Há esperança, tenho fé.
Neste momento tenho imensas ideias e vontade de inovar! Revolucionar aquele buraco negro! Olé!
Não é fácil ser quase adulta num corpo de criança, tanto que às vezes sinto que padeço do síndroma de Peter Pan, não querer crescer. Será por isso que entrei na escola com 6 anos e ainda não saí de lá? Rio-me. Para quem abominava a ideia de ser Professora, cá estou eu nessa bela profissão onde visto a camisola. Devo estar doente.. ou ser doente, também dá.
Na escola onde estou este ano, que era um horror só de pensar que ia trabalhar, o ambiente melhorou significativamente. No início, desde o primeiro dia, sentia-se uma carga negativa assim que se entrava naquele espaço que não dá para explicar. Mas vim a saber pouco mais tarde que não era a única a sentir isso, já em outros anos, ex-colegas partilharam a sua experiência e sensação tal e qual como a senti.
Era como entrar de repente numa tempestade, num remoínho com requintes de malvadez. Estão a ver aqueles cartoons em que há um azarado onde por cima de si tem sempre uma nuvem negra com chuva? E pode o resto do mundo ter sol.. era algo nesse sentido. Até fazia doer o corpo só de lá entrar. Arrepiava-me ir trabalhar.
Hoje uma das professoras sorriu! Estou lá há mês e meio e foi a primeira vez que naquela cara vi um sorriso. Há esperança, tenho fé.
Neste momento tenho imensas ideias e vontade de inovar! Revolucionar aquele buraco negro! Olé!
Sem comentários:
Enviar um comentário