Estou desesperada, sinto-me desesperada. Não sei o que fazer, não sei o que pensar e muito menos o que sentir.
Ele mentiu-me e eu descobri. Foi até ele que mo disse, sem se aperceber que me estava a contar a sua própria asneira. É mesmo a mentira que me custa, e todo o enredo e cuidado para que eu não a descobrisse. É mesmo o sempre ter-me dito que não me mentia, e eu descobrir que sim.
Enrolámo-nos em Abril de 2012, e ele disse-me que desde 2009 que só teve uma pessoa, porque não se conseguiu apaixonar por ninguém desde que me conheceu. Eu acreditei, ele pareceu-me sincero e honesto. Não sei se me mentiu acerca disto.. mas agora duvido muito que seja verdade. Duvido de todas as coisas que me disse, se alguma é ou não verdade.
Em Março falámos sobre isto, em Abril também, e ele disse-me que não andava enrolado com mais ninguém e que não tinha mais ninguém além de mim, que era de mim que gostava e que se tinha deixado dessa vida.
Em Maio andámos chateados.. as coisas foram andando, sem um compromisso titular, ou seja, sem nos chamarmos de namorados, mas os ciúmes dele só por me verem falar com alguém, a maneira como estávamos juntos, tudo, mostrou-me e fez-me sentir que ele só me queria a mim.
Ainda me lembro daquele dia, encontramo-nos e ele tremia por todos os lados.. estava tão nervoso de estar perto de mim e eu nunca tinha visto ninguém naquele estado. Ele todo tremia. Nem me conseguia dar um beijo, o primeiro beijo de tão nervoso que se sentia. Mas os olhos dele, ao que ele me disse que ninguém os conseguia ler, eu consegui sempre, li que me amava. Ele não conta a vida a ninguém, guarda tudo para ele, o que sente, os momentos difíceis, tudo, e a mim contava-me tudo. Pelo menos passava horas a contar-me o passado e o presente dele. Sentia-me especial.
O padrão dele é ter a vida de patrão, a vida dupla, em que é o cuidador e o encarregado de educação da irmã, é quem ajuda a família, sempre, muito presente, e é aquele que tem uma rede muito bem montada da vida dupla. Corre riscos de vida, sim, sujeita-se a levar um tiro, sim, se já o deu a alguém, sim, disse-me que deu.
Mas comigo sempre foi aquele amor, aquele cuidado, contava-me tudo, o que fazia, como fazia, como as coisas funcionavam, e eu preferia até nem as saber, do medo que me provocava aquela vida que ele tem, e que a qualquer momento me poderia fazer ficar sem ele.
E assim continuámos. Semanas, meses, em que bastava olhar para ele e para o brilho daqueles olhos para perceber, o quanto mexia com ele a todos os níveis, o quanto ele gostava de mim, o quanto eu tinha entrado naquele coração. Mas sim, parti-lhe o coração há 3 anos, quando lhe disse que não queria nada com ele. Aquela vida assustou-me, o ser mulherengo assustou-me, tanto que ele me disse que desde que lhe dei com os pés e lhe parti o coração que ele não foi mais a mesma pessoa. Que teve 2 anos com a auto estima em baixo, sem perceber bem o porquê de eu o ter rejeitado naquela noite fria de 19 de Dezembro de 2009. E de o ter rejeitado novamente, quando 3 semanas mais tarde me telefonou a perguntar se eu queria ir viver com ele. Tudo isto me assustou e muito. Mal o conhecia na altura.
Resultado.. ele passou-se depois de termos dormido juntos.. foi bom, muito bom, foi amor, eu vi naqueles olhos que só eu consigo ler, eu vi, o amor que ele me tinha, eu vi tudo...
E começou o afastamento, mas os ciúmes continuaram e aumentaram, quase descontrolados, ele começou a ficar estranho. A vida dele virou do avesso, despediu-se de um emprego que tinha garantido para a vida, foi até França inscrever-se na Legião Francesa, passou nos testes físicos e marcaram-lhe os psicológicos para 12 de Novembro.
E eu sem saber de nada, sem saber dele, isto no início de Setembro.. via-o online, lugar das discussões e dos ataques de ciúmes pois não podia ver ninguém dizer-me um "olá" sequer que se passava da cabeça. E eu sem perceber aquelas atitudes... tivemos uma discussão gigante pela net, que durou um mês ou mais..
Pouco a pouco ele começou a aproximar-se de mim, tudo pela net, até ao dia em que me contou tudo, que se despediu, que se inscreveu na LF, que depois teve uma proposta de trabalho em Portugal irrecusável, tudo tudo. Disse que devíamos falar pessoalmente, mas eu estava tão magoada, que lhe disse que sim, que devíamos, mas que não já, pois estava triste com ele e não me sentia preparada. Levou aquilo como um "não"... és tão parvo...
Duas ou três semanas mais tarde disse-lhe que queria falar com ele pessoalmente, e ele começou a fugir-me. Disse-me que eu é que não quis falar com ele, e que agora era tarde demais, mas depois mostrava vontade em me ver, misturada com o orgulho ferido por lhe ter dito que não naquele dia.
E as discussões começaram, mas minhas desconfianças também, porque ele provocava-me ciúmes e instabilidade, e eu não sabia bem o que pensar dali. Até o acusar de ser mulherengo foi um saltinho, e um dia de Dezembro telefonou-me, super fodido comigo, a dizer que eu o conheço melhor que ninguém, que ele já não é esse tipo de pessoa, que ele era incapaz de o fazer, como é que eu era capaz de acreditar naquilo que estava a dizer, tanto esforço em deixar de o ser e agora eu, a pessoa que melhor o conhecia a dizer aquilo.. magoado, ferido comigo. Até me perguntou "mas estamos em 2009 outra vez?"..
Disse que não lhe ia pedir desculpas, porque ele nunca me pedia a mim e se fartava de fazer asneiras e que devíamos falar pessoalmente, ao que ele perguntou o porquê? E que era melhor mesmo sermos era amigos. Mas eu senti claramente o pânico dele em pensar em estar comigo, e senti que a razão era porque não seria capaz de me ver, sem me espetar um beijo logo a seguir.
Sempre me disse que sou linda, acima das mulheres bonitas que conhece, que esteve apaixonado por mim, amor incondicional, como nunca por outra mulher, e que fui a única que o rejeitou até hoje. Que se naquele momento, em 2009/2010 eu o tivesse aceite, se eu quisesse a torre Eiffel, que ele ma tinha trazido, que teria feito tudo por mim. Senti-o tão magoado.. esta conversa foi no verão.
Entretanto as picardias, discussões, chatices continuavam porque, ele continuava a fazer as cenas todas de ciúmes e eu estava entre "como fazer que ele me procure pessoalmente" e o "vou acabar com isto e seguir a minha vida, e comportar-me como mulher solteira que sou na realidade".
Mas amava-o.. como é que conseguia libertar-me disto sem passar dias a chorar, triste e deprimida? Entretanto o meu avô morreu, e dias antes disse-lhe o que se passava sem dar muita importância ao caso. No dia em que o meu avô faleceu ele ligou-me, deu-me os pêsames, falou comigo, e voltou a esquivar-se de se encontrar comigo. Novamente o senti muito nervoso com a ideia de me ver pessoalmente, mudou a conversa e arranjou pretexto para desligar o telefone.
Durante o mês de Janeiro, agora em 2013, entre conflitos e aproximações, mostrou várias vezes vontade em ver-me, mas nunca o disse directamente. Ele raramente o dizia, mostrava e esperava que eu pegasse na deixa. Mas não peguei em nenhuma. Decidi que tinha que ser ele a vir procurar-me, por livre e espontânea vontade, e voltei a sentir-lhe o medo de me ver, de todas as vezes.
Esta semana, na 5ªf passada, dia 31 de Janeiro, alguém lhe pregou uma partida de muito mau gosto. Ligaram-lhe a dizer que o bebé nasceu hoje e que era ele o pai. Stressou comigo, disse-me que fazia todo o sentido ser ele o pai, e foi para a maternidade depois de me ter respondido mal. O maior medo dele é ser pai, sem o desejar.
No verão disse-me que queria ser o pai dos meus filhos e eu senti-o, com toda a honestidade e veracidade, como nunca senti de ninguém...
Acabei por ir para a cama, mas tive insónias e voltei ao computador. Assim que entro ele diz-me "não sou pai, não sou pai!" e contou-me a história toda. Que houve um jantar uma semana antes e que nesse jantar estavam 2 mulheres que lhe têm um ódio e como ele dormiu com a suposta mãe 8 meses e duas semanas antes daquele dia, acharam que era a altura ideal para lhe fazerem esta partida. Então uma das raparigas do grupo ligou-lhe a dizer que tinha sido pai, ele ligou para os outros do grupo, todos confirmaram e quando chegou ao hospital estavam lá todos, à espera dele. Ele entrou, branco como a cal da parede, viu a suposta mãe com um bebé nos braços, mas que afinal era um cobertor e uma almofada. Ela só lhe disse "mereceste!". E passado esse susto ainda foi sair com os outros. Chegou a casa e contou-me isto tudo.. ora eu já tinha feito as contas.. se ele dormiu com ela ha 8 meses e meio, significa que o fez quando já andava enrolado comigo, logo... mentiu-me.
Eu juro que me tentei controlar e não lhe dizer nada, mas foi mais forte. Disse-lhe, "Portanto, isso significa que há 9 meses dormiste com ela, certo?" e ele respondeu "Há 8 e duas semanas mais precisamente. Mas porque estás a dizer isso? Oh Marta, é nestas coisas que tu pecas, pões-me triste, a pensares nesses pormenores... podias ser uma rapariga tão fixe..." e eu respondi "Pois... e a mim o que me põe triste é saber que quando andavas enrolado comigo, andavas a foder outras. Vou dormir, fica bem" e desliguei-me da net.
E começou o filme de terror em que estou neste momento... ele mandou-me uma sms logo a dizer qualquer coisa como "se te queres fazer de vítima, ao menos aprende a fazer as contas" e eu respondi "tu é que precisas de fazer contas, porque nos enrolámos há 10 meses", "pois foi, mas eu não te devo nada, estás é parva..." e desligou o telemóvel, completamente fodido comigo e por ter sido descoberto. Não dormi nada nessa noite, uma mísera meia hora de sono e o tempo todo a sentir-me de rastos, e ainda por cima tive de ir dar uma explicação as 10h da manhã do dia seguinte.
Estava a sair da explicação quando ele ligou o telemóvel e tinha uma sms minha que dizia "pois, afinal és tal e qual o que sempre achei de ti, em 2009" e ele passou-se.. chamou-me de maluca.. e aquilo já me estava a magoar tanto que só pensei em como é que lhe posso mostrar que me está a magoar e a agir mal comigo? Mandei-lhe uma sms, pouco bonita talvez, mas de maneira a que ele sentisse na realidade o que eu estava a sentir. "Espero que os homens tratem a tua irmã como tu tratas as mulheres :)" O que eu quis que ele entendesse, é que a forma como ele o está a fazer
não é aceitável para a irmã dele, então porque é que ele o faz? E logo
comigo! Óbvio que não desejei nem desejjo mal à miúda.. tenho-lhe imenso carinho mesmo sem a conhecer. E ele sabe disso, mas ficou tão cego e passado que a partir dali rebentou tudo. Mandou-me uma resposta a dizer que tinha passado todos os limites de desejar aquele mal todo à irmã e que nem que eu lhe tivesse dado um tiro ele desejaria isso à minha irmã, e que eu tinha que aprender a ser pessoa.. e que eu não sou o que ele procura, para meter isso na cabeça e perder uns kilos. Não respondi mais, achei melhor ignorar.
Mas voltei à net nesse dia, e ele disse a um gajo que estava a brincar comigo, que ele não devia ter amor à net por se estar a fazer à ex-namorada de um amigo dele. E eu ignorei. E começou a bater coro cerrado a todas as miúdas que apareceram, mesmo à minha frente, para me provocar ao máximo. Foi tudo tão exagerado... E eu continuei a ignorar. Meteu-se comigo uma data de vezes e no fim lá respondi a dizer que ele não tinha razões para me ter mandado aquela piadinha. Ofendeu-me lol assim, do nada, mandou uma boca, eu respondi, e disse-me que era melhor eu não ir por aquele caminho porque senão ele dizia muito pior, etc etc etc.
Passou o fim de semana online como não o via fazer há meses. Começou a fazer-se a uma miúda que é muito popular por lá, e da qual ele sabe que eu tenho ciúmes, embora sempre me tenha dito que nunca se iria interessar por ela, porque não é o tipo de mulher que ele quer para ele, mas começou a fazê-lo para eu ver. Domingo vim a descobrir que andava a falar com pessoas, a tentar saber o que eu tinha falado com elas sobre ele, e com outras a dizer que eu andava a falar mal delas. Já me estava a passar com aquilo tudo! Continuei a ignorar tudo o que ele dizia e fazia. Até que me avisaram "ele está a dar o teu número de telefone a determinadas pessoas".. passei-me, comecei a receber chamadas anónimas. A primeira atendi, não sabia se era ele ou outro e queria ter a certeza, ouvi a voz do outro lado e não era ele. Não falei. Mas entrei na net e fui falar com ele em privado e disse-lhe que ele tinha andado a dar o meu número de telefone, que eu sabia disso porque me tinham avisado, e que já andava a receber chamadas anónimas. Ele negou e depois disse que se era para falarmos de algo que estava mal, então que devíamos falar de uma certa mensagem.. começou a ser parvalhão e a ofender e eu desliguei-me e deixei-o a falar sozinho.
Entretanto recebi vários avisos das pessoas que me protegem, sobre o que ele estava a dizer, e não foram coisas nada bonitas. Desde dizer que eu tinha desejado que a irmã dele fosse violada e mal tratada?!?!? E que eu merecia era 2 chapadões, e que se ele fosse outro já me tinha enfiado um cano de uma arma na boca!?!? E que resolver este assunto como um adulto seria ir a polícia com as minhas mensagens e acusar-me de mil coisas. Está louco? Ele sabia que o que estava a dizer ia chegar a mim.
Nem consigo acreditar no que se passa, a sério, estou a viver um pesadelo. Entretanto a C. em quem eu confidencio, e em quem ele confidencia, me continua a dizer que ele me ama embora não o assuma nem aceite para ele próprio, que está revoltado e ela não entendeu bem porquê, está ferido, mas que a minha mensagem não pode ter sido a razão disto tudo.
É verdade, eu nas semanas antes tenho tido uma postura de desprezo para com ele, tenho-lhe dado pouca atenção, tenho feito alguns ciúmes.. sim, mas mesmo isso tudo juntamente com a discussão não são razões para ele se passar desta forma..
Ela chamou-o à atenção e disse-lhe para ele parar de me tratar desta maneira que não tem razões para o fazer, e para parar de dar o meu múmero de telefone a terceiros, e que eu o amo, e que se não quer relação nenhuma comigo para falar comigo e me dizer as coisas com calma. E que estou nervosa e magoada.. Sim, ela fala demasiado, não queria nada que ela o tivesse dito esta merda toda. Ele deu-lhe razão.
Só consegui falar com ela na 2ªf pelo skype em que me contou esta conversa.. ia tendo um ataque de pânico.
Assim que nos ligamos e ela me conta isto, ele foi falar com ela e perguntou-lhe por mim, e estava desesperado porque ela não lhe respondia. "Viste a Marta? Sabes da Marta?? Falaste com ela?? Responde-me!!!!". Ela ria-se e acabou por lhe dizer que estava a falar comigo pelo skype e ele passou-se novamente. Começou a fazer chantagem com ela para que ela desligasse, mandou-a abaixo (ou seja, fez com que a net dela caisse) para que a conversa do skype acabasse, ela caiu, ligou-se com outra net, e perguntou-lhe se a ia mandar mais abaixo, porque ela não ia desligar a chamada comigo e ia continuar a falar comigo o tempo que quisesse, o tempo que eu quisesse e eu necessitasse de falar com ela.
Passou-se com ela de novo, fez chantagem com ela e começou a ligar-me. Disse-lhe que ele me estava a ligar e ela disse para eu atender... atendi "Tou?", "Tás tás, olha vais ouvir-me e vais fazer o que eu vou dizer, vais acabar com essa chamada do skype e de alimentar essa demência e parar de falar sobre mim, ouvir o que tenho a dizer e apagar o meu número", "Não R., não vou fazer nada disso, e se é para eu te ouvir também tenho umas coisas para te dizer", ele disse mais qualquer coisa ao mesmo tempo que eu que não consegui perceber, e desligou a chamada, fodido!
Ontem recebi mais telefonemas, deu o meu número a outra pessoa que me ligou com número identificado e voltei a não atender. Entretanto uns amigos meus avisaram-me e confirmaram que foi ele que deu o meu número, e que ele me chamou nomes pouco bonitos...
Desde que isto começou que ele tem feito uma caça a quem é que me poderia andar a contar coisas, e com quem é que eu falei sobre ele, a pressionar toda a gente, a querer saber o que é que eu disse, a tentar descobrir tudo e mais alguma coisa, a chantagiar, a pôr todos do lado dele e contra mim o mais que consegue...
Ontem à noite soube que na radio da net puseram a nossa música (eu tinha pedido na 2ªf a um amigo que o fizesse mas que não contasse a ninguém que lhe tinha feito o pedido). Isto porquê? Porque decidi afastar-me dele ao máximo, e da net também, até que as coisas acalmem o suficiente para eu poder voltar a lá entrar sem que ele me ofenda ou seja parvo comigo... Bem, ontem à noite ele voltou a pôr a música e o R. ouviu, e comentou que aquela era a nossa música, riu-se, gozou um bocado, mas eu acho que ele sentiu algo.. sem certezas.
A C. continua a dizer que ele me ama, mas que está em negação, que ele não quer ter uma relação comigo, e que está a tentar arrancar-me dele. Eu não compreendo nada disto, ele continua a ter atitudes de merda, a passar-se da cabeça, embora se mostre calmo com ela e ela me diga que ele parece realmente calmo, se bem que acha que se a irmã dele não tivesse em casa, que tinham voado cadeiras quando soube que estávamos no skype.
Eu não sei o que fazer, não sei mesmo. Ele quer que eu deixe de ir à net, ao nosso chat, quer que eu desapareça, e está a fazer tudo para "destruir" a minha "vida virtual", para me meter medo, para que eu não saiba das coisas que ele anda efectivamente a fazer. Porque no dia em que eu voltar vou ser "atacada" com bocas, com piadas, com merdas, e ele próprio se continuar neste padrão o vai fazer.
Ele quer que os gajos que andam por lá saibam que eu não sou uma top model, de modo a que ninguém se possa interessar por mim (não procuro homens ali, Deus me livre! Mas como ele acha que sim...).. então está a fazer tudo para que eu desapareça. Mas é estúpido tudo isto, porque eu se quiser conhecer alguém não preciso de o fazer pela net!
Acho até que já perdi peso com esta história toda, mal tenho vontade de comer, pelo menos 3 kg em 5 dias já foram...
Ontem à noite fiquei tão stressada com isto, e como a C. já se tinha ido deitar e eu não consegui falar com ela o dia todo, comecei a ter um ataque de pânico quando consegui trocar 3 frases com ela.
Aliás, só comecei a ter ataques de pânico em 2012 e com ele. Tive 2 com ele.. quando percebi que gostava dele, tive o meu primeiro, porque era algo que eu estava a evitar, a negar sentir, tudo, que quando me apercebi tive um. Tive o segundo dias mais tarde, quando falámos em assumir um relacionamento perante algumas pessoas e eu fiquei tão nervosa com isso que entrei em pânico e ele nem sabia o que fazer ou dizer...
E agora continuo sem saber o que fazer, pensar, sentir... nada de nada... só sei que sinto que me devo afastar dele, mas nem sei se devo atender ou não as chamadas, se é que ele volta a ligar..
Ele está a mostrar-se descontrolado mas não está nada descontrolado, o que me assusta mais ainda, sendo a pessoa vingativa que é. Estou só à espera que ele me apanhe desprevenida para me poder "atacar" e magoar emocionalmente, sem retorno.
Estou confusa, muito confusa, e em pânico...
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