Sexta-feira, acordo pronta a resolver o meu problema do pin do multibanco quando recebo um telefonema da Taiti: "Marta, queres vir jantar comigo, com o Lélio, Didi e Carlitos hoje à noite?", mas alguma vez eu poderia recusar? Já não metia os olhos em cima deste maralhal há 100 anos (ou quase um mês) e andava com saudades deles.
Lá fui eu, catita, com a minha saia vermelha-fashion, jantar com a família-Alcateia e com o convidado especial, o Carlitos de Espanha. Restaurante para mim desconhecido, "O Trovador" em S. Pedro de Sintra. Ambiente fantástico e acolhedor, os empregados são amorosos e a comida maravilhosa.
A conversa era amena, entre o relato das férias de cada um, as comparações entre Portugal e Espanha, política, enomia, sociedades, escotismo em Portugal e Espanha, e muitos mais assuntos passaram por aquela mesa e muitas palavras saíram daquelas bocas.
Chegou a hora de mudarmos de divisão para podermos assistir aos moços da banda que ia lá tocar, e eu, lampeira, a escrever uma mensagem, não reparei que havia um degrau. E como não sou nada distraída, desiquilibrei-me para trás e estatelo-me em cima de 2 pratos da bateria. Oh meu Deus, que vergonha! O Carlitos de Espanha ia à minha frente e agarrou-me pelas mãos, o dono do restaurante ia atrás de mim, levantou-me por trás, e uma senhora que estava sentada do lado esquerdo também lá foi meter as mãos na festa! Não sei se estão bem a ver a cara do baterista e do baixista, deviam estar a pensar quem era aquele torpedo, vindo sei lá de onde na tentativa de destruir a sua apresentação trovadoresca. Agora, imaginem-me a pensar nisto e imaginem a minha cara de vergonha, pânico, aliada à vontade de fugir dali para fora ou que a terra me engolisse para eu desaparecer para sempre.
Rapidamente me pus de pé, vermelha da cor da minha saia, a conter a minha uma vontade de rir, e sentei-me no banco a mim destinado junto ao Didi e ao Léu. Eles nem toparam nada! Quando lhes contei notei alguma pena por terem perdido esta possibilidade de se rirem para a vida toda. E vai ser uma memória que tão cedo não vou conseguir apagar!
Lá tentei abstrair-me da vergonha e juntos ouvimos as músicas alegremente. Foi muito fixe, gostei imenso e já tinha saudades de cantar Zeca Afonso, Rui Veloso, Vitorino.. e muitos mais.
Eram quase 2h da manhã quando resolvemos regressar à base. Dentro do carro, aqueles doidos não pararam de mandar piadas à minha custa sobre a espeta que dei em cima da bateria! Queria eu esquecer o assunto mas não parecia que tal coisa iria ser possível. Rendi-me a eles, e eu própria me ri com a situação.
Levámos o Carlitos à Pousada da Juventude de Oeiras onde estava também o Zé e a Edite. Grande festa! Já não via esses 2 há mais de um mês também e gostei de os ver, tinha saudades! Estivemos então mais de uma hora a conversar à porta da sala de formação, a meter a conversa em dia e a contar as desventuras do jantar. Entretanto a Edite teve um precalço, ao qual eu não consegui controlar o riso! O sutien dela desapertou-se e o peito gritou "Liberdade!" género Mel Gibson em Brave Heart! Tentei ajudá-la, a sério que tentei, mas eu ria-me tanto que não consegui fazer nada. Pra começar levantei-lhe a t-shirt para conseguir ver onde as peças encaixavam, ela não estava à espera inclinou-se para frente e deu uma marrada nas minhas mamas, depois no meio de risos, endireitou-se para pedir desculpa e agarra-as sem querer, enfim, 2 gajas a rir descontroladamente, uma despe a outra, a outra apalpa-lhe as mamas, credo, isto nem para filme lésbico dava! Só quando ela se meteu atrás de um arbusto é que se arranjou à vontade e conseguiu resolver o problema. Eu continuava a rir descontroladamente, já dobrava a barriga cheia de dores, já me doía a lombar, tive de a mandar embora porque eu olhava para ela e só me ria mais ainda!
Enfim, lá consegui controlar-me e de resto só posso dizer que adorei o jantar, adorei a companhia e diverti-me imenso!
Lá fui eu, catita, com a minha saia vermelha-fashion, jantar com a família-Alcateia e com o convidado especial, o Carlitos de Espanha. Restaurante para mim desconhecido, "O Trovador" em S. Pedro de Sintra. Ambiente fantástico e acolhedor, os empregados são amorosos e a comida maravilhosa.
A conversa era amena, entre o relato das férias de cada um, as comparações entre Portugal e Espanha, política, enomia, sociedades, escotismo em Portugal e Espanha, e muitos mais assuntos passaram por aquela mesa e muitas palavras saíram daquelas bocas.
Chegou a hora de mudarmos de divisão para podermos assistir aos moços da banda que ia lá tocar, e eu, lampeira, a escrever uma mensagem, não reparei que havia um degrau. E como não sou nada distraída, desiquilibrei-me para trás e estatelo-me em cima de 2 pratos da bateria. Oh meu Deus, que vergonha! O Carlitos de Espanha ia à minha frente e agarrou-me pelas mãos, o dono do restaurante ia atrás de mim, levantou-me por trás, e uma senhora que estava sentada do lado esquerdo também lá foi meter as mãos na festa! Não sei se estão bem a ver a cara do baterista e do baixista, deviam estar a pensar quem era aquele torpedo, vindo sei lá de onde na tentativa de destruir a sua apresentação trovadoresca. Agora, imaginem-me a pensar nisto e imaginem a minha cara de vergonha, pânico, aliada à vontade de fugir dali para fora ou que a terra me engolisse para eu desaparecer para sempre.
Rapidamente me pus de pé, vermelha da cor da minha saia, a conter a minha uma vontade de rir, e sentei-me no banco a mim destinado junto ao Didi e ao Léu. Eles nem toparam nada! Quando lhes contei notei alguma pena por terem perdido esta possibilidade de se rirem para a vida toda. E vai ser uma memória que tão cedo não vou conseguir apagar!
Lá tentei abstrair-me da vergonha e juntos ouvimos as músicas alegremente. Foi muito fixe, gostei imenso e já tinha saudades de cantar Zeca Afonso, Rui Veloso, Vitorino.. e muitos mais.
Eram quase 2h da manhã quando resolvemos regressar à base. Dentro do carro, aqueles doidos não pararam de mandar piadas à minha custa sobre a espeta que dei em cima da bateria! Queria eu esquecer o assunto mas não parecia que tal coisa iria ser possível. Rendi-me a eles, e eu própria me ri com a situação.
Levámos o Carlitos à Pousada da Juventude de Oeiras onde estava também o Zé e a Edite. Grande festa! Já não via esses 2 há mais de um mês também e gostei de os ver, tinha saudades! Estivemos então mais de uma hora a conversar à porta da sala de formação, a meter a conversa em dia e a contar as desventuras do jantar. Entretanto a Edite teve um precalço, ao qual eu não consegui controlar o riso! O sutien dela desapertou-se e o peito gritou "Liberdade!" género Mel Gibson em Brave Heart! Tentei ajudá-la, a sério que tentei, mas eu ria-me tanto que não consegui fazer nada. Pra começar levantei-lhe a t-shirt para conseguir ver onde as peças encaixavam, ela não estava à espera inclinou-se para frente e deu uma marrada nas minhas mamas, depois no meio de risos, endireitou-se para pedir desculpa e agarra-as sem querer, enfim, 2 gajas a rir descontroladamente, uma despe a outra, a outra apalpa-lhe as mamas, credo, isto nem para filme lésbico dava! Só quando ela se meteu atrás de um arbusto é que se arranjou à vontade e conseguiu resolver o problema. Eu continuava a rir descontroladamente, já dobrava a barriga cheia de dores, já me doía a lombar, tive de a mandar embora porque eu olhava para ela e só me ria mais ainda!
Enfim, lá consegui controlar-me e de resto só posso dizer que adorei o jantar, adorei a companhia e diverti-me imenso!
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