Chego a casa, depois de gerir conflitos durante horas, depois de lidar emocionalmente com dezenas de pessoas e várias situações, algumas bastante complicadas. A última coisa que desejo quando chego a casa, é ter o choque emocional que tive com a minha mãe.
Não é segredo nenhum que a nossa relação é altamente explosiva e complicada, mas há dias em que pura e simplesmente não a consigo aguentar. Sim, aguentar. Fico fora de mim, deixo de ser capaz de processar as agressões que ela me faz de forma a não ser mortalmente atingida e ignorá-la. Ela sente necessidade de descomprimir, e como sou a pessoa que se encontra com ela quando chegamos a casa, é comigo que ela descompensa. Sinto-me um saco de boxe, constantementem a ser atacada e pisada por ela. Estou cansada e incapaz de conseguir lidar com ela nos próximos tempos, dias, semanas, ou meses talvez. O ideal mesmo seria sair de casa, momentaneamente ou, perfeito perfeito, era sair de casa definitivamente. Apenas lamento pelo meu pai.
Nem consigo pensar mais nisto, estou emocionalmente de rastos, com a auto-estima espezinhada, sentindo-me um caco humano, incapaz de olhar à minha volta e vendo algo positivo.
Não consigo encarar as coisas que ela me disse, e não me sinto normal, não acredito que fui capaz de descer tão baixo e responder-lhe, quase, à letra. Não serei mais a mesma pessoa, não enquanto me lembrar deste confronto, coisa que duvido que jamais aconteça. Posso dizer, com toda a certeza, que uma parte de mim morreu hoje.
Não é segredo nenhum que a nossa relação é altamente explosiva e complicada, mas há dias em que pura e simplesmente não a consigo aguentar. Sim, aguentar. Fico fora de mim, deixo de ser capaz de processar as agressões que ela me faz de forma a não ser mortalmente atingida e ignorá-la. Ela sente necessidade de descomprimir, e como sou a pessoa que se encontra com ela quando chegamos a casa, é comigo que ela descompensa. Sinto-me um saco de boxe, constantementem a ser atacada e pisada por ela. Estou cansada e incapaz de conseguir lidar com ela nos próximos tempos, dias, semanas, ou meses talvez. O ideal mesmo seria sair de casa, momentaneamente ou, perfeito perfeito, era sair de casa definitivamente. Apenas lamento pelo meu pai.
Nem consigo pensar mais nisto, estou emocionalmente de rastos, com a auto-estima espezinhada, sentindo-me um caco humano, incapaz de olhar à minha volta e vendo algo positivo.
Não consigo encarar as coisas que ela me disse, e não me sinto normal, não acredito que fui capaz de descer tão baixo e responder-lhe, quase, à letra. Não serei mais a mesma pessoa, não enquanto me lembrar deste confronto, coisa que duvido que jamais aconteça. Posso dizer, com toda a certeza, que uma parte de mim morreu hoje.
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