Resolvi não beber café pois no dia anterior além de passar o dia todo mal do estômago, ninguém tinha um antiácido para me dar. E fui dormir naquele belo estado.
Começámos bem o dia com as animações do Ivo: a Melga-Mor! Foi bastante engraçada e pôs-me logo um sorriso na cara. O homem tem jeito para animar, gosto da forma como ele o faz e como dá os módulos.
Lá fomos para a sala de formação levar mais uma injecção. Já estou na fase em que me perco facilmente com o cãozinho lá for a, a ver se chove ou fica sol, e a minha capacidade de concentração diminui drasticamente. Estou oficialmente cansada e temo que não apanhe a informação toda.
Neste momento já não acho que o meu grupo seja o melhor, apenas pelo facto de andarmos cansados e a entrarmos em alguns conflitos pela forma como interpretamos os exercícios ou até mesmo a parte de perceber o que se pede. Chegamos a resultados bons, e aproximados do correcto quando não é mesmo o correcto. Mas eu detesto atritos e a falta de paciência geral não ajuda, e já noto alguns olhos a revirar quando a resposta que se quer ouvir não chega ao destino. Além disso, eu ja me sinto muito pouco intreventiva, embora tenha falado bastante mais hoje do que nos outros dias, não estou no meio normal. Também, no estado emocional em que estou, se exijo de mim o meu normal acho que tenho um colapso nervoso.
Acho também que fui chata com o Mário, não para o chatear, mas porque a pró-actividade dele era de tal forma eficaz que nem nos deixava pensar; o agir e pensar depois. Gosto imenso dele, e da maneira de ele ser, e do facto de ficar sempre com ele nos grupos de trabalho e nas actividades nacionais. O homem é algo de extraordinário, uma pessoa que me marca de certa forma.
O almoço foi bem animado, são estes momentos que me aliviam a dor psicológica tal como o efeito da morfina tem nos doentes terminais de cancro. O Ric e o André, aquela dupla, é que não fazem a mais pálida ideia do efeito que estão a ter em mim, e nas cargas energéticas que me minaram a alma. Conseguem com as piadas cortar grande parte do efeito.
Ainda consegui arrumar tudo e desmontar a tenda em pouco tempo. Depois dos módulos da tarde é que me custaram um bocado.
A bela da foto! Sessão fotográfica como fazemos sempre.
O ir embora para mim é daquelas alturas que não acho grande piada. Todos foram embora do parque menos nós os 4. Eles os 3 porque precisavam de esperar pelo Abílio, que ia com eles no carro, e eu, como não tenho grande vontade de voltar, nem me importei de ficar com eles à espera do homem. E lá ficámos, na palheta, com os restos do que tinha sobrado do jogo, à conversa em frente ao fórum.
Au revoir!
Começámos bem o dia com as animações do Ivo: a Melga-Mor! Foi bastante engraçada e pôs-me logo um sorriso na cara. O homem tem jeito para animar, gosto da forma como ele o faz e como dá os módulos.
Lá fomos para a sala de formação levar mais uma injecção. Já estou na fase em que me perco facilmente com o cãozinho lá for a, a ver se chove ou fica sol, e a minha capacidade de concentração diminui drasticamente. Estou oficialmente cansada e temo que não apanhe a informação toda.
Neste momento já não acho que o meu grupo seja o melhor, apenas pelo facto de andarmos cansados e a entrarmos em alguns conflitos pela forma como interpretamos os exercícios ou até mesmo a parte de perceber o que se pede. Chegamos a resultados bons, e aproximados do correcto quando não é mesmo o correcto. Mas eu detesto atritos e a falta de paciência geral não ajuda, e já noto alguns olhos a revirar quando a resposta que se quer ouvir não chega ao destino. Além disso, eu ja me sinto muito pouco intreventiva, embora tenha falado bastante mais hoje do que nos outros dias, não estou no meio normal. Também, no estado emocional em que estou, se exijo de mim o meu normal acho que tenho um colapso nervoso.
Acho também que fui chata com o Mário, não para o chatear, mas porque a pró-actividade dele era de tal forma eficaz que nem nos deixava pensar; o agir e pensar depois. Gosto imenso dele, e da maneira de ele ser, e do facto de ficar sempre com ele nos grupos de trabalho e nas actividades nacionais. O homem é algo de extraordinário, uma pessoa que me marca de certa forma.
O almoço foi bem animado, são estes momentos que me aliviam a dor psicológica tal como o efeito da morfina tem nos doentes terminais de cancro. O Ric e o André, aquela dupla, é que não fazem a mais pálida ideia do efeito que estão a ter em mim, e nas cargas energéticas que me minaram a alma. Conseguem com as piadas cortar grande parte do efeito.
Ainda consegui arrumar tudo e desmontar a tenda em pouco tempo. Depois dos módulos da tarde é que me custaram um bocado.
A bela da foto! Sessão fotográfica como fazemos sempre.
O ir embora para mim é daquelas alturas que não acho grande piada. Todos foram embora do parque menos nós os 4. Eles os 3 porque precisavam de esperar pelo Abílio, que ia com eles no carro, e eu, como não tenho grande vontade de voltar, nem me importei de ficar com eles à espera do homem. E lá ficámos, na palheta, com os restos do que tinha sobrado do jogo, à conversa em frente ao fórum.
Au revoir!
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