Às vezes fico a pensar se não serei um bocadinho bruta.
No decorrer de uma conversa por sms com um amigo, enquanto ele ia para o Porto de comboio:
Ele - "Sinto-me um pouco sozinho"
Eu - "Ai sim? Tás com medo que alguém te faça mal no comboio? Ahah"
Ele - "Não.. talvez não me sinta sozinhao, mas sinto-me incompleto"
Eu - "Isso é uma cena tão paneleira.. Estar incompleto? Tu ÉS completo, não precisas de outra pessoa. Que estupidez. És um O ou uma puta de um C? Confunde-se esse "conceito" de merda com o não ter alguém especial para vida. Detesto essa treta do incompleto. Que cena
Ele - "Foda-se! Essa era a última reacção que eu esperava da tua parte! Ca bruta! Acho que se estivesse à tua beira me pregavas um chapo!"
(Ri-me tanto tanto tanto a ler esta mensagem!!)
Ok. Acho horrível a ideia de romântico sofredor de andarmos a vida toda à procura da pessoa que nos vai fazer é estupidamente limitadora. Então e quem nunca encontra essa pessoa, não pode ser feliz? E quem não quer encontrar ninguém, também não pode ser feliz? E quem gosta de si o suficiente para se sentir feliz e bem consigo próprio sem estar a depender emocionalmente de um factor externo?
Já pensaram na limitação que é apenas sermos felizes se encontrarmos o Mr Right? A ideia de dependermos de um factor que pode ou não acontecer durante a vida e de não termos qualquer poder sobre o que podemos fazer por nós próprios é castradora!!! Assusta-me isto!
Sou uma pessoa romântica (ao ponto de me achar doente) por vezes. Sempre tive a utopia de encontrar The One e essas tretas todas. Mas vamos ser realistas, essa pessoa não vai aparecer, ou se aparecer vai demorar muito tempo porque eu acredito que tenha perdido o mapa e nem GPS comprou. Além do mais, há tanta coisa que preciso de fazer sozinha e tanta coisa a descobrir de mim própria que só vou conseguir fazê-as ao viver comigo e ao colocar-me em determinadas situações limite.
Depois disso sim, poderei passar o resto da minha vida a conhecer outra pessoa.
"Aquele que conhece os outros é inteligente. Aquele que conhece a si mesmo é iluminado"
Lao Tse (fundador do taoismo)
No decorrer de uma conversa por sms com um amigo, enquanto ele ia para o Porto de comboio:
Ele - "Sinto-me um pouco sozinho"
Eu - "Ai sim? Tás com medo que alguém te faça mal no comboio? Ahah"
Ele - "Não.. talvez não me sinta sozinhao, mas sinto-me incompleto"
Eu - "Isso é uma cena tão paneleira.. Estar incompleto? Tu ÉS completo, não precisas de outra pessoa. Que estupidez. És um O ou uma puta de um C? Confunde-se esse "conceito" de merda com o não ter alguém especial para vida. Detesto essa treta do incompleto. Que cena
Ele - "Foda-se! Essa era a última reacção que eu esperava da tua parte! Ca bruta! Acho que se estivesse à tua beira me pregavas um chapo!"
(Ri-me tanto tanto tanto a ler esta mensagem!!)
Ok. Acho horrível a ideia de romântico sofredor de andarmos a vida toda à procura da pessoa que nos vai fazer é estupidamente limitadora. Então e quem nunca encontra essa pessoa, não pode ser feliz? E quem não quer encontrar ninguém, também não pode ser feliz? E quem gosta de si o suficiente para se sentir feliz e bem consigo próprio sem estar a depender emocionalmente de um factor externo?
Já pensaram na limitação que é apenas sermos felizes se encontrarmos o Mr Right? A ideia de dependermos de um factor que pode ou não acontecer durante a vida e de não termos qualquer poder sobre o que podemos fazer por nós próprios é castradora!!! Assusta-me isto!
Sou uma pessoa romântica (ao ponto de me achar doente) por vezes. Sempre tive a utopia de encontrar The One e essas tretas todas. Mas vamos ser realistas, essa pessoa não vai aparecer, ou se aparecer vai demorar muito tempo porque eu acredito que tenha perdido o mapa e nem GPS comprou. Além do mais, há tanta coisa que preciso de fazer sozinha e tanta coisa a descobrir de mim própria que só vou conseguir fazê-as ao viver comigo e ao colocar-me em determinadas situações limite.
Depois disso sim, poderei passar o resto da minha vida a conhecer outra pessoa.
"Aquele que conhece os outros é inteligente. Aquele que conhece a si mesmo é iluminado"
Lao Tse (fundador do taoismo)
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