FUMAÇAS DE MARÇO
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Estados Unidos da América,
Mil oitocentos e cinquenta e sete:
Cento e vinte e nove Tecelãs,
Revoltando-se contra o apito
De uma chaminé de barro
Lançaram grito tão aflito,
Que no Brasil foi ouvido por Noel.
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Qual santas, bruxas, imoladas
Na defesa de sua certeza
Morreram naquele incêndio
Fazendo a fábrica de tecidos
-Baluarte da sua libertação-
Mudar-se no Bem também a homens
Crianças, velhos e tecelões
***
Em incenso sagrado, chaminé de ouro,
Transmutou-se o barro
Lavado no sangue feminino
Salve salve oito de março
Das fumaças ao céu erguidas
Lembradas ao rés da terra,
Dia Internacional da Mulher
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> Recebi por email e gostei :) <
1 comentário:
Grato pela menção ao meu poema. Ele se encontra na minha Página em www.mentalismo.net
Xenon, o Mentalista.
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