Chegámos então a Aveiro já passava das 22h30, quase 23h. Andámos a procura da Residencial Beira, numa rua estreitinha e sem lugar para estacionar.
Aveiro tem ruas complicadas, de sentido único, e quando nos enganavamos tínhamos de dar uma volta grande. Cansadas da viagem, fazer isso era uma seca!
Encontrámos a residencial. Bem que prédio estranho! Ficámos mesmo no último andar, 3º, e subir aquilo tudo com os sacos.. bem fazia falta um elevador. A senhora deu-nos a chave e lá fomos nós conhecer as instalações.
Niguém acredita sem ver, o quarto com duas camas, uma de casal e outra de solteiro. Ok, até aqui tudo bem, estranho foi ver um armário do lado esquerdo e uma construção do lado direito. Quando consegui enfiar a minha mama direita entre o armário e a parede para conseguir chegar com o braço ao interruptor, acendi a luz, e a modos que se nos depara uma coisa nunca antes vista! O quarto tinha uma casa-de-banho dentro. Mas calma, não era uma casa-de-banho normal. Era uma coisa construida ali, um poliban e uma sanita tipo marquise, fechadas com vidro.. transparente. Um lavatório também fazia parte e um degrau de azulejo com 5cm de altura onde andámos a tropeçar à vez, durante o tempo todo em que estivemos no quarto.
Deixem-me lá explicar melhor, a M. foi à sanita, baixou as calças, e dava para ver perfeitamente a marca do biniki. Quando me referia à transparência daquilo não estava a brincar! Estão a imaginar a cena? Entramos no quarto, o interruptor está quase inacessível ao meu braço, há uma casa-de-banho estranha dentro do quarto, tipo "aos pés da cama temos uma sanita"! Havia uma outra fora do quarto, mas mais "pública".
Rimos, rimos, rimos, rimos e chorámos a rir com aquilo! Imaginar cenas naquela casa-de-banho foi assim um desafio mental bem fácil de resolver. Depois do choque inicial e de uma exploração às instalações estranhas, tentámos conter o riso e tentar dormir um bocado. O dia seguinte ia ser cansativo.
Aveiro tem ruas complicadas, de sentido único, e quando nos enganavamos tínhamos de dar uma volta grande. Cansadas da viagem, fazer isso era uma seca!
Encontrámos a residencial. Bem que prédio estranho! Ficámos mesmo no último andar, 3º, e subir aquilo tudo com os sacos.. bem fazia falta um elevador. A senhora deu-nos a chave e lá fomos nós conhecer as instalações.
MAS O QUE É ISTO?
Niguém acredita sem ver, o quarto com duas camas, uma de casal e outra de solteiro. Ok, até aqui tudo bem, estranho foi ver um armário do lado esquerdo e uma construção do lado direito. Quando consegui enfiar a minha mama direita entre o armário e a parede para conseguir chegar com o braço ao interruptor, acendi a luz, e a modos que se nos depara uma coisa nunca antes vista! O quarto tinha uma casa-de-banho dentro. Mas calma, não era uma casa-de-banho normal. Era uma coisa construida ali, um poliban e uma sanita tipo marquise, fechadas com vidro.. transparente. Um lavatório também fazia parte e um degrau de azulejo com 5cm de altura onde andámos a tropeçar à vez, durante o tempo todo em que estivemos no quarto.
Deixem-me lá explicar melhor, a M. foi à sanita, baixou as calças, e dava para ver perfeitamente a marca do biniki. Quando me referia à transparência daquilo não estava a brincar! Estão a imaginar a cena? Entramos no quarto, o interruptor está quase inacessível ao meu braço, há uma casa-de-banho estranha dentro do quarto, tipo "aos pés da cama temos uma sanita"! Havia uma outra fora do quarto, mas mais "pública".
Rimos, rimos, rimos, rimos e chorámos a rir com aquilo! Imaginar cenas naquela casa-de-banho foi assim um desafio mental bem fácil de resolver. Depois do choque inicial e de uma exploração às instalações estranhas, tentámos conter o riso e tentar dormir um bocado. O dia seguinte ia ser cansativo.
Sem comentários:
Enviar um comentário