quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Cafagestxi (ler o título com sotaque brasileiro)

Encontrei a Li na rua a passear o cão.

A Li juntou-se, casou, viveu um ano casa e divorciou-se. Tem 25 anos e um ex-marido que a segue sempre que sabe onde ela vai estar. Que não respeita o seu espaço, que não a deixa lidar com a sua dor, que não quer nem saber do quanto a está a magoar. Simplesmente faz o que muitas pessoas possessivas fazem: vai atrás da vítima, mostra-se presente, segue-a.. é uma pressão psicolóica enorme, para não falar da falta de respeito.

Seja como for, e mesmo com esta situação desanimadora, a Li, que é uma mulher fantástica e forte, com uma personalidade incrível, consegue dar a volta e recomeçar a sua vida. Pena é existirem estes palhaços (sem querer ofender os trabalhadores do circo), que transformam a vidas das pessoas que apenas querem continuar.. sem eles.

Isto é doença, não é amor.

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