Recebi este video por email e gostei imenso. Está muito bem feito.
Amigas, dieta sim, se estiverem realmente com peso a mais, mas com cabeça!
É importante também sabermos que além destes dois distúrnbios alimentares existem outros, não necessariamente sobre não comer, mas por comer excessivamente. O "comer compulsivamente" é também um distúrbio alimentar, definido por a pessoa não ter uma imagem real de si própria, tal como na bulimia e na anorexia, mas vendo-se mais magra do que é na realidade. O que acontece é que estas pessoas comem para libertar as suas frustrações, sem se aperceberem do peso excessivo que começam a ganhar. Geralmente acontece a quem sofreu de abusos sexuais ou psicológicos, especialmente gerados por alguém muito chegado do sexo oposto, e acabam por "comer para se proteger" de ataques futuros, sendo que como socialmente as mulheres querem-se magras, uma mulher gorda está mais protegida de sofrer agressões por um namorado, digamos. É mais uma doença do foro psocológico gerada pela própria pessoa e pelo meio social envolvente, quase sempre mulheres também. Estas pessoas perdem a noção do seu estado físico. A curto prazo não é tão grave como a anorexia e a bulimia, mas é igualmente grave a médio e longo prazos pois põe a vida em risco pela obesidade.
Além de terem de reaprender a alimentar-se com cuidado, é uma situação igualmente complicada para estas três formas de doença. Pensem, como será ter de conseguir com este problema? Imaginem um alcoólico ou um drogado, depois da reabilitação, a sua capacidade de vencer a sua dependência das drogas é evitá-las. Agora para quem a droga é a alimentação.. não podemos deixar de comer ou morreremos. É como que um drogado ou um alcoólico tenham de tomar as suas drogas e aprender a tomá-las de uma forma cuidada para sobreviver. Extremamente complicado.
É por estas e por outras razões, que, quem sofre ou sofreu de um distúrbio alimentar irá sempre viver com este problema para o resto da vida mesmo depois da "cura". Terá de lidar com a relação amor-ódio alimentar e aprender a controlar-se para sempre.
Amigas, dieta sim, se estiverem realmente com peso a mais, mas com cabeça!
É importante também sabermos que além destes dois distúrnbios alimentares existem outros, não necessariamente sobre não comer, mas por comer excessivamente. O "comer compulsivamente" é também um distúrbio alimentar, definido por a pessoa não ter uma imagem real de si própria, tal como na bulimia e na anorexia, mas vendo-se mais magra do que é na realidade. O que acontece é que estas pessoas comem para libertar as suas frustrações, sem se aperceberem do peso excessivo que começam a ganhar. Geralmente acontece a quem sofreu de abusos sexuais ou psicológicos, especialmente gerados por alguém muito chegado do sexo oposto, e acabam por "comer para se proteger" de ataques futuros, sendo que como socialmente as mulheres querem-se magras, uma mulher gorda está mais protegida de sofrer agressões por um namorado, digamos. É mais uma doença do foro psocológico gerada pela própria pessoa e pelo meio social envolvente, quase sempre mulheres também. Estas pessoas perdem a noção do seu estado físico. A curto prazo não é tão grave como a anorexia e a bulimia, mas é igualmente grave a médio e longo prazos pois põe a vida em risco pela obesidade.
Além de terem de reaprender a alimentar-se com cuidado, é uma situação igualmente complicada para estas três formas de doença. Pensem, como será ter de conseguir com este problema? Imaginem um alcoólico ou um drogado, depois da reabilitação, a sua capacidade de vencer a sua dependência das drogas é evitá-las. Agora para quem a droga é a alimentação.. não podemos deixar de comer ou morreremos. É como que um drogado ou um alcoólico tenham de tomar as suas drogas e aprender a tomá-las de uma forma cuidada para sobreviver. Extremamente complicado.
É por estas e por outras razões, que, quem sofre ou sofreu de um distúrbio alimentar irá sempre viver com este problema para o resto da vida mesmo depois da "cura". Terá de lidar com a relação amor-ódio alimentar e aprender a controlar-se para sempre.
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