Recebi este email há umas duas semanas e resolvi aventurar-me pelos desconhecido mundo da escrita criativa policial, coisa que não tenho jeitinho nenhum, nem nunca escrevi algo nesse sentido.
A primeira aventura foi mesmo chegar ao local, em Odivelas, bem no meio de sabe-se lá onde, para assistir a este curso. Gostei da primeira "aula", mas posso continuar a afirmar que escrever um texto em 20 linhas sobre "um assassino frio mas com açúcar e mel próprio da escrita brasileira quem tem que trocar 3 diálogos com a vítima e depois matá-la" é difícil. Saiu-me algo estranho.
A primeira aventura foi mesmo chegar ao local, em Odivelas, bem no meio de sabe-se lá onde, para assistir a este curso. Gostei da primeira "aula", mas posso continuar a afirmar que escrever um texto em 20 linhas sobre "um assassino frio mas com açúcar e mel próprio da escrita brasileira quem tem que trocar 3 diálogos com a vítima e depois matá-la" é difícil. Saiu-me algo estranho.
Em baixo o anúncio que me fez inscrever-me no curso:

LUÍS GRAÇA À NOITE EM ODIVELAS
EM CURSO DE ESCRITA CRIATIVA POLICIAL
EM CURSO DE ESCRITA CRIATIVA POLICIAL
O escritor Luís Graça começa dia 19 de Janeiro (à noite, no Centro de Exposições de Odivelas) um curso de Escrita Criativa Policial, com ponto de partida em duas obras de Dennis McShade (pseudónimo de Dinis Machado), inicialmente publicadas em 1967 e recentemente reeditadas: “Mão direita do Diabo” e “Requiem para D.Quixote”.
Pretexto para acompanhar o assassino profissional Peter Maynard durante seis sessões de três horas (segundas e quintas, início a 19 de Janeiro e final a 5 de Fevereiro) com licença para matar personagens, criar outras, descobrir assassinos e fazer desaparecer vítimas.
Pretexto para acompanhar o assassino profissional Peter Maynard durante seis sessões de três horas (segundas e quintas, início a 19 de Janeiro e final a 5 de Fevereiro) com licença para matar personagens, criar outras, descobrir assassinos e fazer desaparecer vítimas.
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